Diversidade nas passarelas

Vários designers de NY parecem estar concientes do conceito de diversidade e estão adotando-o em suas passarelas, marcas como Coach, Tome, Michael Kors e Marc Jacobs, tiverem modelos de diferentes idades, tamanhos e etnicidade desfilando para sua marca.

Para vários designers faz sentido essa questão da diversidade por ser prático para o comércio, “Queríamos representar todos os rostos, formas, tamanhos e estilos de vida das mulheres que realmente usam nossa roupa” diz Ryan Lobo, designer da Tome.

Além de ser conveniente para o comércio, a diversidade é um conceito que ultimamente se expandiu para abraçar não apenas as minorias, mas pessoas de todas as preferências de gênero, forma e idade. A atriz e comediante, Sandra Bernhard, falou uma grande verdade, que no atual estado político dos Estados Unidos “é importante que todos sejam representados.”

Dentre os diversos modelos não convencionais, incluíam a africana Alek Wek, de 39 anos, que andou na The Row; Georgia Pratt em Tome; E Candice Huffine e Marquita Pring em Prabal Gurung.

O que acham disso? Particularmente estou amando essa diversidade e acho que precisamos ver mais disso, não só na industria da moda como em todas as outras.

Bjss,

Helena Hamdar.

Fotos e referências: nytimes e imgmodels







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